O histórico da exploração do amianto no Brasil é analisado em dissertação defendida na Fiocruz — sob orientação do historiador Patrick Benaion — que revela como o lobby das indústrias, alianças políticas e argumentos de “uso controlado” mantêm viva a extração do mineral, mesmo após evidências científicas de seu alto risco para a saúde. O estudo documenta a presença secular do amianto nas diversas etapas produtivas, as táticas para desacreditar evidências e as disputas regulatórias que atrasam a proibição completa no país.
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