• Há 10 anos, Austrália enterrou 23 aviões F-111 aposentados; Todos continham amianto
  • Debate no Brasil aborda experiência portuguesa na remoção do amianto
  • Quando querem, sabem fazer, mas foi mais fácil e barato sacrificar vidas inocentes com sua tecnologia mortal: o AMIANTO
  • Guerra ao terror:
  • Produtora de amianto controlada da Eternit, Sama retoma atividades
  • Comissão de Meio Ambiente propõe lei para banir amianto de São Carlos
  • Vitória: MPF consegue na Justiça a suspensão imediata da extração, exploração, beneficiamento, comercialização, transporte e exportação do amianto produzido em Minaçu/GO
  • Talco da morte: Johnson & Johnson é acusada de vender produto “cancerígeno” às mulheres negras
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ENTIDADES REGIONAIS QUE LUTAM PELO BANIMENTO DO AMIANTO EM OUTROS ESTADOS

  • 1 Rosa Weber promete decidir com rapidez sobre amianto - Jornal O Popular
  • 2 Eternit deixa de usar amianto na produção de telhas
  • 3 Chineses vão explorar 10 mil quilates de diamantes por mês no Sul do Piauí
  • 4 Parceria Incor, Abrea e MPT completa um ano e avança no atendimento às vítimas do amianto
  • 5 As 100 toneladas de amianto que tornam o paquete Funchal perigoso
  • 6 ATÉ QUANDO TEREMOS DE ESPERAR PARA A ANVISA TESTAR OS TALCOS E COSMÉTICOS NO BRASIL QUE PODEM ESTAR CONTAMINADOS COM O CANCERÍGENO AMIANTO?
  • 7 Processos contra Johnson&Johnson derrubam ações da marca e preocupam clientes
  • 8 Empresa é condenada a pagar tratamento vitalício para expostos ao amianto
  • 9 Mineração Serra Verde investe US$ 170 Mi em projeto em Goiás
  • 10 Direto de Minaçu: A CRÔNICA DA MORTE ANUNCIADA DA SAMA/ETERNIT. Não foi por falta de aviso! É chorar em cima de leite derramado.
  • 11 Atlas traz ações que podem reduzir morte por câncer ligado ao trabalho
  • 12 Condenan a Pizarreño en insólito caso de mujer que murió de cáncer por asbesto
  • 13 Amianto: saiba quais os perigos do produto
  • 14 Um ano após banir o amianto no Brasil, STF ainda não publicou sentença; Rosa Weber diz que sua parte já foi liberada; para Fernanda Giannasi, ‘escárnio’
  • 15 Falta de locais adequados impede descarte correto de amianto em SP
  • 16 Em carta aos líderes do G20, ativistas antiamianto mundiais apelam por ação global para proibir a fibra assassina
  • 17 Justiça inglesa obriga empresa que espionou ativistas antiamianto a indenizá-los; Fernanda Giannasi elogia a “punição exemplar”
  • 18 Tudo começou com projeto de uma telha de fibra de coco para substituir o amianto
  • 19 Fernanda Giannasi será homenageada pelo Instituto Ramazzini, na Itália
  • 20 Abrea perde João Batista Momi, um dos fundadores da entidade, vítima do amianto
  • 21 Seminário e lançamento do livro: “Direito ambiental do trabalho. Apontamentos para uma teoria geral”
  • 22 A cidade canadense que tenta enterrar seu passado tóxico
  • 23 Dr. Ubiratan de Paula Santos em Bom Jesus da Serra
  • 24 MPT discute situação de contaminação por amianto em operários de fábrica em Capivari
  • 25 Passivo da Brasilit/Saint-Gobain: MPT debate com ex-empregados expostos ao amianto os danos à saúde a longo prazo
  • 26 Audiência em Capivari discute saúde de trabalhadores expostos ao amianto pela Brasilit
  • 27 Perda de pulmão por trabalho com amianto gera indenização de R$ 1 milhão
  • 28 I Seminário do Sudoeste Baiano sobre o Amianto
  • 29 Mortes silenciosas - Décadas depois de contato com amianto, trabalhadores adoecem e obtêm indenizações - antes negadas pela Justiça
  • 30 Com empenho e dedicação, Advogados da ABREA/SP obtém outra sentença contra a ETERNIT
  • 31 Sentença do TRT do Rio Grande do Sul condena Brasilit/Saint-Gobain a mais de R$ 1 milhão por trabalhador exposto e morto pelo amianto
  • 32 EM VALOR ECONÔMICO: Denúncia sobre as estratégias empresariais para escamotear sua produção perigosa
  • 33 Vitória contra o amianto
  • 34 Empresas são obrigadas a pagar indenização por uso de amianto
  • 35 Osasco pode ter monumento em memória às vítimas do amianto
  • 36 Audiência Pública “RIO SEM AMIANTO!” convocada pela Comissão do CUMPRA-SE!
  • 37 Banimento do amianto: as conquistas de uma luta que precisa perdurar.
  • 38 A cidade onde nevava Amianto
  • 39 Entidades representativas das vítimas do amianto do Brasil e do Reino Unido se juntam na luta por justiça para os atingidos pela fibra assassina
  • 40 Estudo de caso: Mesotelioma de Pleura em mecânico-soldador
  • 41 AMIANTO terá mais uma mesa de debates no ABRASCÃO esta semana no Rio de Janeiro.
  • 42 O pó da discórdia
  • 43 UFBA e AVICAFE se encontram no combate ao amianto
  • 44 UFBA e AVICAFE se encontram no combate ao amianto
  • 45 Viva Maria: Após condenação sobre talco com amianto, associação quer análise do cosmético no Brasil
  • 46 Segundo nos é informado hoje pelo IBAS-International Ban Asbestos Secretariat
  • 47 BANIMENTO DO AMIANTO NO BRASIL é homenageado no Parlamento Britânico em sessão do sub-comitê do amianto do Grupo Parlamentar Suprapartidário em Segurança e Saúde Ocupacional no dia 26 de junho de 2018
  • 48 UMA TRAGÉDIA SOCIOAMBIENTAL DE PROPORÇÕES AINDA IGNORADAS
  • 49 Abaixo-assinado
  • 50 Revista ABREA - Fibra da Morte

 Publicações

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Eternidade

O livro narra a construção social do banimento do amianto no Brasil a partir do próprio movimento social, que foi constituído à medida em que as vítimas da “catástrofe sanitária do século XX” se tornaram visíveis e diagnosticadas...
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Fotos da ABREA

A história da Abrea e de sua luta pelo banimento do amianto em imagens. São momentos que retratam as ações das vítimas, de seus familiares, de médicos e especialistas que, ao longo de mais de 20 anos, realizam...
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Banimento no mundo

Muitos países no mundo criaram legislações para banir o amianto em seus territórios. Num caminho sem volta, a União Europeia e parte da Ásia, da África, boa parte da América do Sul já baniram o mineral. O Brasil...
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Documentos ABREA

Reunião de uma série de documentos relativos às resoluções de congressos, conferências e seminários e muito mais ao longo de uma história de luta pelo banimento do amianto, em prol da vida e contra ganância do grande capital.
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Banco de Sentenças

“Banco de Sentenças Judiciais” usa a plataforma JusBrasil para que estudiosos em Direito mergulhem nas decisões para extrair e analisar criticamente o que há de melhor (e pior) nestes embates jurídicos.
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Mapa do Banimento do Amianto no Brasil

Um mapa detalhado com todas Leis e Projetos de Lei apresentados no país sobre o banimento do amianto. Nele é possível compreender como legislações locais foram capazes de fortalecer e banir o amianto no país.
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Qual a sua avaliação sobre as reuniões online que foram realizadas? Ótima, boa, ruim ou não tem opinião formada?*
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Ps. A partir do resultado do questionário será programada uma agenda (ou não) de reuniões online entre as entidades que lutam pelo banimento do Amianto. O resultado será divulgado pela Fernanda Giannasi nos grupos após o dia 15 de setembro.
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CONDENAÇÃO ETERNIT

Informes publicados na mídia tentam minimizar os efeitos da condenação

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Livro A Lã da Salamandra

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Memorial das Vítimas do Amianto

 Saiba mais sobre o Amianto

sobre amianto

O QUE É AMIANTO?

O amianto ou asbesto é uma fibra mineral natural sedosa que, por suas propriedades físico-químicas (alta resistência mecânica e às altas temperaturas, incombustibilidade.
Saiba mais
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DOENÇAS

Doenças profissionais provocadas pelo amianto no Brasil e a construção dos contra-poderes: Uma abordagem em saúde, trabalho e genêro.
Saiba mais
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DENUNCIE

Faça uma denúncia contra lojas que comercializam produtos que contém amianto. Garantimos o anonimato e o sigilo de suas informações.
 
 

 Artigos

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Conceição Lemes

Conceição Lemes há mais de 30 anos atua como jornalista especializada em saúde e já ganhou mais de 20 prêmios. Abordou os perigos e as vítimas do amianto diversas vezes como co-editora do site Viomundo e Blog da Saúde.
Veja suas principais matérias.
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Eliane Brum

Eliane Brum é uma jornalista, escritora e documentarista brasileira e ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. Tem diversos matérias e artigos sobre o luta contra o amianto.
Reproduzimos parte delas aqui.
3.3 História das ABREAS-min.jpeg

História das Abreas

Durante o III Encontro Nacional das Abreas, as entidades que lutam para o fim do uso do amianto e por reparação pelos danos causados às famílias dos trabalhadores contaminados, apresentaram suas histórias.
Conheça essas marcantes histórias aqui.
  • Publicações
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Amianto ou Asbesto

O inimigo mortal que ronda nossas vidas.

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Revista ABREA - Fibra da Morte

Saiba como chegamos à vitória do banimento do amianto no STF

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MESOTELIOMA

Conheça este tumor que envolve o pulmão e é causado pelo amianto

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Guerra ao terror: "Vinte anos anos depois, milhares nos EUA sofrem de trauma e doenças provocados por atentados do 11 de Setembro"

Há 112 mil pessoas registradas em programa federal de apoio aos que foram diretamente afetados pelos ataques; exposição a detritos e a fumaça tóxicos provoca doenças como câncer, refluxo e sinusite crônica

 

NOVA YORK — Para milhares de pessoas nos Estados Unidos, passados 20 anos, os atentados terroristas do 11 de Setembro de 2001 estão longe de serem encarados como um evento histórico. As consequências dos ataques seguem presentes no dia a dia e, muitas vezes, na saúde. São parentes de vítimas, sobreviventes, moradores da área e, principalmente, quem atuou no resgate e remoção dos escombros.

— Todos nós fomos expostos a muitos carcinógenos e contaminantes no ar. E, desde o início, as pessoas tiveram tosse, dor de garganta e nariz escorrendo. É a tosse do World Trade Center (WTC). Dois anos depois daquele dia, você ainda tossia um pouco, porque seus pulmões estavam moles, irritados por termos ido ao local muitas vezes — diz o tenente dos bombeiros James McCarthy, que chegou à pilha de escombros naquele mesmo dia.

O Distrito Financeiro de Manhattan, onde ficavam as Torres Gêmeas do WTC, foi palco de 93% das quase 3 mil mortes dos atentados da rede terrorista al-Qaeda, que também fizeram vítimas no Pentágono, perto da capital Washington, e no estado da Pensilvânia. Além do trauma de testemunhar os atos e as mortes, quem estava em Nova York ficou exposto à nuvem tóxica decorrente do desabamento das torres, atingidas por aviões comerciais sequestrados pelos terroristas. A poeira e a fumaça carregavam substâncias nocivas, como combustível, cimento, gesso, amianto, fibras de vidro e metais pesados.

Informados pelas autoridades da época que o local era seguro, os que atuaram no rescaldo ficaram expostos. Não à toa, esse grupo compõe 72% dos filiados ao Programa de Saúde do WTC, plano de assistência do governo federal criado em 2011, hoje com 112 mil inscritos. Outros 27% são enquadrados como sobreviventes. Desde então, 1.510 inscritos que tinham diagnóstico de câncer morreram, assim como 1.571 que tinham doenças aerodigestivas, como sinusite crônica, refluxo gastroesofágico e asma. Entre os filiados ainda vivos, atualmente há 47,3 mil diagnósticos de doenças aerodigestivas, 22,2 mil de câncer e 19 mil de doenças mentais.

A lista deve aumentar, já que algumas doenças relacionadas — como o mesotelioma, tipo de câncer pulmonar provocado pela exposição ao amianto  — podem levar até 40 anos para se manifestar. E calcula-se que até 500 mil pessoas possam ter sido expostas aos ataques e suas consequências. Por causa disso, em 2019, depois de muita pressão das vítimas, o Congresso dos EUA aprovou a extensão dos auxílios até 2090, inclusive para novas adesões, a um custo de U$ 10,2 bilhões nos próximos 10 anos.

— Uma das marcas registradas do 11 de Setembro é que as doenças decorrentes dos ataques costumam ocorrer juntas. Assim, temos muitas pessoas que têm mais de uma condição de saúde mental, ou mais de uma condição de saúde física, ou uma combinação das condições física e mental. E o declínio na qualidade de vida aumenta com o número de doenças concomitantes que as pessoas têm — explica Mark Farfel, diretor de um outro programa, o Registro de Saúde do World Trade Center, gerido pela prefeitura de Nova York com recursos federais e que monitora (mas não trata) 71 mil pessoas diretamente expotas aos atentados.

O monitoramento da prefeitura, um dos maiores e mais longos já feitos após um desastre, começou logo depois de 2001. O grupo avaliado apresenta incidência acima da média para uma série de problemas, tais como asma, doenças cardíacas, câncer, consumo excessivo de álcool, até perda de emprego e aposentadoria precoce. Mas a condição de saúde mais comum entre os monitorados é o transtorno de estresse pós-traumático, que acometeu, em algum momento, um em cada quatro expostos, mais de quatro vezes a taxa da população em geral.

O tenente McCarthy, que hoje preside o sindicato que representa 7,6 mil oficiais superiores, da ativa e aposentados, considera-se "um dos sortudos'' que não desenvolveu doença grave após atuar no Marco Zero, nome pelo qual ficou conhecido o local do ataque. Mesmo assim, ainda hoje relata danos musculares pelo esforço intenso, dificuldade para respirar, irritação nas vias aéreas e refluxo gástrico.

— É algo que não me atrapalha viver, nada comparado às condições debilitantes que afetam tantos de nossos afiliados. Mas, além disso, há muitas coisas que afetam a alma — confessa.

O oficial de 59 anos perdeu muitos companheiros naquele dia. Os ataques ainda são o evento mais mortal para bombeiros (343 mortes) e policiais (60) na história dos Estados Unidos. Além disso,  McCarthy passou 48h seguidas vasculhando os escombros, recolhendo corpos e, muitas vezes, partes de corpos.

O monitoramento dos afetados também revela alguns fatores positivos. Um estudo publicado este ano identificou melhoria psicológica relevante em um grupo de quase 5 mil monitorados que haviam tido alto nível de exposição aos ataques e relataram sintomas graves de estresse pós-traumático nos oito anos seguintes. Foi identificada uma relação direta entre essa melhora e a presença, na vida dos avaliados, de maior suporte emocional e integração social.

Joan Mastropaolo foi uma das que se voltaram para a comunidade para reescrever a própria história. Ela e o marido moram ao lado do WTC desde meados de 1998. Na manhã do ataque, ela usou a estação no subsolo do complexo para pegar o trem em direção ao trabalho em Jersey City. E foi da janela do escritório, do outro lado do Rio Hudson, que viu os aviões se chocarem e os prédios desabarem. O marido estava em casa, teve que fugir correndo e, depois, foi removido em um barco da polícia, enquanto a segunda torre caía. Hoje, ele tem transtorno de estresse pós-traumático e não gosta de falar sobre o ocorrido.

O apartamento do casal teve janelas arrancadas e ficou coberto de detritos das torres. Mesmo assim, em janeiro de 2002, quando o acesso ao bairro ainda era restrito, decidiram se mudar para uma outra unidade no mesmo condomínio.

Em 2006, a associação de vítimas da qual Mastropaolo faz parte criou um pequeno museu dedicado aos atentados, o 9/11 Tribute Museum. Isso foi oito anos antes da inauguração do maior e mais famoso museu, que fica a 300 metros dali, no exato local das Torres Gêmeas. 

A voluntária já perdeu três colegas, vítimas de doenças pulmonares relacionadas aos ataques. No museu e em tours guiados no memorial ali perto (já conduziu mais de 800), ela fala aos visitantes sobre a própria experiência, “uma espécie de catarse”  que ajudou no processo de cura e uma forma de retribuir toda a ajuda que recebeu, quando precisou morar de favor na casa dos outros, por exemplo.

—  Eu aprendi a força do espírito humano, pessoas ajudando pessoas. E senti que, depois que coloquei minha vida em ordem, precisava fazer algo para retribuir e ajudar a comunidade. Algumas crianças me perguntam: como vamos nos livrar do terrorismo? Nenhum de nós pode se livrar do terrorismo sozinho, é uma tarefa muito grande. Mas cada um de nós pode fazer algo especial para tornar o mundo um lugar melhor, não importa quão pequeno ou grande o ato seja.

Twin Towers _ Matéria _ 1981.jpeg

Link: https://oglobo.globo.com/mundo/vinte-anos-anos-depois-milhares-nos-eua-sofrem-de-trauma-doencas-provocados-por-atentados-do-11-de-setembro-25189477

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