MENTIRAS LETAIS: COMO UM ESPIÃO CORPORATIVO PARA UMA EMPRESA DO CAZAQUISTÃO INFILTROU NA REDE GLOBAL ANTI-AMIANTO

Na Austrália, os trabalhadores que extraíam e processavam amianto eram chamados de “Bonecos de Neve” porque eles emergiam no final de cada turno coberto pelas fibras brancas. As empresas que empregavam esses homens – empresas como James Hardie e CSR – sabiam que seu produto era mortal e causava câncer. 

 

Na Austrália, os trabalhadores que extraíam e processavam amianto eram chamados de “Bonecos de Neve” porque eles emergiam no final de cada turno coberto pelas fibras brancas. As empresas que empregavam esses homens – empresas como James Hardie e CSR – sabiam que seu produto era mortal e causava câncer. Eles minaram, processaram e venderam de qualquer maneira, até que o governo australiano, sob pressão do movimento anti-amianto de ativistas, sindicalistas e advogados, agisse para proteger a saúde pública. Enquanto o amianto é proibido na Austrália, a indústria ainda prospera no exterior. Em particular, o crescimento é forte em nosso quintal da Ásia, onde as nações pobres são alvo do novo lobby de amianto de produtores, fabricantes e seus advogados, alguns dos quais estão dispostos a ir muito além para proteger seus lucros e vender seu veneno. Nesta nova e especial investigação da Matilda, o jornalista britânico Michael Gillard e seu novo editor, Chris Graham, revelam detalhes ainda não publicados de uma operação de espionagem global de ativistas e oficiais australianos e internacionais que permanecem presos em uma batalha para deter a trilha da morte e desinformação em economias asiáticas mal reguladas.

 

Veja aqui a matéria completa do Matilda (em inglês)

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Donizete Gomes de Oliveira
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