Tudo começou com projeto de uma telha de fibra de coco para substituir o amianto

O projeto abriu uma nova perspectiva na produção científica desenvolvida nas escolas do SESI Bahia, que passou a participar de eventos científicos de outras entidades. O mais importante foi a primeira participação da escola SESI no 3º Encontro de Jovens Cientistas da UFBA.

A partir daí, a instituição passou a investir na produção científica dos estudantes, de forma que, em 2014, o SESI Bahia somava 23 projetos participantes do Encontro de Jovens Cientistas da UFBA. Em 2016, a Iniciação Científica rompeu fronteiras e participou com projetos finalistas na maior Feira Científica do Nordeste, a Fenecit, e estreou na Febrace e na Mostratec, as duas maiores e importantes Feiras de Iniciação Científica do país e América Latina. O destaque em 2016 foi o projeto Bioplástico-Suporte para Plantas, quando três estudantes do SESI Bahia conquistaram a primeira bolsa de iniciação científica júnior do CNPQ.

Estudantes do SESI conquistaram uam vaga na Febrace, em 2016, com pesquisa que desenvolveu um suporte para plantas feito com fécula de mandioca — Foto: Febrace_Divulgação

Estudantes do SESI conquistaram uam vaga na Febrace, em 2016, com pesquisa que desenvolveu um suporte para plantas feito com fécula de mandioca — Foto: Febrace_Divulgação Estudantes do SESI conquistaram uam vaga na Febrace, em 2016, com pesquisa que desenvolveu um suporte para plantas feito com fécula de mandioca — Foto: Febrace_Divulgação Estudantes do SESI conquistaram uam vaga na Febrace, em 2016, com pesquisa que desenvolveu um suporte para plantas feito com fécula de mandioca — Foto: Febrace_Divulgação

Segundo Cléssia Lobo, “os professores só precisaram de estímulos e condições de trabalho para que a pesquisa se tornasse eixo de perfil docente e aprendizagem dos estudantes”. “O projeto Bioplástico não somente ampliou nossos horizontes, mas abriu uma nova perspectiva de desenvolvimento em iniciação científica”, complementa o professor Fernando Moutinho. Era o que faltava para atingir voos mais altos, a partir de 2017, quando três estudantes do SESI Bahia foram finalistas nas duas principais feiras científicas nacionais – Febrace e Mostratec – e conquistaram o passaporte para participar da Intel Isef, nos Estados Unidos.

Veja a matéria também no G1!

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