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Vale lembrar que essa luta se deu por uma iniciativa de Nêgo em 2 de agosto de 2001, com a idéia de que a empresa recuperasse  a área degradada. “A junção das ABEAS, a Bom-jesuense liderada por Nêgo – Esmeraldo dos Santos Teixeira e de Simões Filho por seu Belmiro Santos, foi um passo importante para o andamento do processo”, relembra Nêgo, uma vítima do amianto, que se encontra em recuperação de um procedimento cirúrgico. 

 

Os argumentos dos competentes advogados do escritório Mauro Menezes e, principalmente de João Gabriel, aquele cabeludo que fala bonito, fundamentado numa realidade que ele por vezes ouviu dos expostos nas reuniões realizadas pela AVICAFE aqui em Bom Jesus da Serra, um município pobre e pequeno com um índice altíssimo de casos de (DRAs) doenças relacionadas ao amianto, lideradas pelo câncer de pulmão, causado pela exposição ao asbesto. A ABREA representada por Fernanda Giannasi, uma figura ímpar no combate a desigualdade social e em especial a extração e comercialização do amianto não só no Brasil, mais no mundo em geral, e com o apoio de Eliezer e Amauri, foi a base de sustentação e a referencia para nossa luta, luta essa que conta com muitos autores como Dr. Bira, Bete Medina, Zilton Rocha, Jânio Rocha, Orleane Brito representando o IFBA, Romilda Oliveira com sua equipe na secretaria de saúde, o MPT e MPF de Vitoria da Conquista. 

 

Também ao grupo das Mulheres do Amianto e os ex trabalhadores e seus familiares expostos que vivem no entorno na antiga mina, sofrendo e se contaminando nos dias atuais. Ainda segundo Nêgo “a esperança é ver toda essa área recuperada, usando os recursos pela qual a SAMA foi condenada a mais de trinta e um milhões de reais, que alem da recuperação da área degradada, tem como objetivo a educação e conscientização” da população exposta através de campanhas de esclarecimento.  

FONTE: Inácio Teixeira

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