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Grande parte deles foi movido por mulheres que afirmam ter desenvolvido a doença depois do uso contínuo de artigos da marca.

De acordo com um relatório publicado pela Reuters, o talco da empresa tem a presença de amianto, uma substância extremamente prejudicial à saúde. A fibra já chegou a ser tema de discussões no Supremo Tribunal Federal no ano passado, que baniu o uso de amianto em todo o Brasil.

O documento divulgado pela Reuters afirma ainda que a Johnson & Johnson sabe do problema desde 1971 e pagou estudos realizados nos talcos da marca. Após a publicação das denúncias, as ações da multinacional despencaram 10% na bolsa de Nova York, a maior queda percentual dos últimos 16 anos.

Apesar das suspeitas estarem concentradas nos Estados Unidos, a informação preocupa consumidores em diversos países, inclusive no Brasil.

O advogado especialista em direito do consumidor Arthur Rollo explicou que cabe ao Ministério da Justiça do Brasil apurar a situação e, se for o caso, promover o recall dos produtos.

Há alguns meses, a agência sanitária dos Estados Unidos fez testes com amostras dos produtos e não detectou a presença do amianto. No entanto, um júri no estado do Missouri condenou a Johnson & Johnson a pagar mais de 4 bilhões e meio de dólares para 22 mulheres que ficaram doentes devido ao uso de produtos da marca.

Por meio de nota enviada à Jovem Pan, a empresa esclarece que milhares de testes independentes foram realizados e provaram que o talco não contém fibras cancerígenas.

Posicionamento Johnson & Johnson sobre matéria da Reuters 

A matéria publicada pela Reuters nos Estados Unidos é unilateral e falsa. O talco para bebês da Johnson & Johnson é seguro e não contém amianto. Estudos com mais de 100 mil homens e mulheres mostram que o talco não causa câncer ou doenças relacionadas ao amianto. Milhares de testes independentes realizados por órgãos reguladores e laboratórios de pesquisa de referência mundial provam que nosso talco para bebês nunca conteve amianto. 

A reportagem da Reuters está incorreta em três pontos centrais:

1. A matéria ignora que milhares de testes realizados pela J&J, por órgãos reguladores, por laboratórios independentes e instituições acadêmicas mostraram repetidamente que nosso talco não contém amianto.   

2. A matéria ignora que a J&J cooperou totalmente e abertamente com a agência reguladora americana (Food and Drug Administration – FDA) e outros órgãos reguladores, fornecendo aos mesmos todas as informações solicitadas ao longo de décadas. Nós também disponibilizamos as nossas minas de talco cosmético e o nosso talco processado aos órgãos reguladores para testes. Órgãos reguladores testaram ambos e sempre declararam que o nosso talco não contém amianto. 

3. A matéria ignora que a J&J sempre usou os métodos mais avançados de testes disponíveis para confirmar que nosso talco cosmético não contém amianto. Todos os métodos disponíveis para testar o talco da J&J em relação ao amianto foram usados pela companhia, órgãos reguladores ou especialistas independentes, e todos esses métodos concluíram que nosso talco cosmético é livre de amianto.

*Informações da repórter Nanny Cox

**A matéria foi editada com o posicionamento da marca em 17/12/2018, às 12h47.

Veja matéria no UOL:

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